O mercado de tecnologia da informação no Peru atinge US $ 240 milhões

O mercado de terceirização de soluções de tecnologia da informação no Peru, que inclui o gerenciamento de impressão e digitalização de documentos, é de cerca de 240 milhões de dólares, informou hoje a Global IT Solutions.

O gerente geral da Nrservice.com.br, Gustavo Sebastián, indicou que atualmente as cidades que mais demandam esse tipo de serviços são, por ordem de importância, Trujillo (La Libertad), Chiclayo (Lambayeque), Chimbote (Ancash) e Piura.

 

“O crescimento sustentado da economia das principais cidades do norte causou que algumas indústrias se beneficiem do surgimento de novas necessidades de gerenciamento de negócios”, observou.

Ele disse que durante 2009 e no primeiro semestre de 2010, as indústrias relacionadas ao etanol e ao petróleo foram as que mais contribuíram para o crescimento da terceirização de tecnologia nas províncias.

 

O executivo acrescentou que a parte norte do país tem as maiores perspectivas de crescimento para os próximos anos.

Este cenário, somado ao fato de que a crise financeira global já foi superada, e com ela o retorno dos investimentos, as perspectivas para o segundo semestre são muito encorajadoras, disse ele.

“Na verdade, não apenas o setor em geral, mas também somos otimistas neste sentido, porque esperamos registrar no final deste ano um crescimento nas vendas de 40%”, acrescentou.

 

Sebastián apontou que os serviços mais exigidos pelo mercado local são as auditorias de impressão, a distribuição dos custos dos serviços de impressão nas áreas de usuários, seguindo-se processos para reduzir o custo por página e os projetos de digitalização e bibliotecas de documentos digitais.

“Todos esses serviços são basicamente exigidos por bancos, empresas de telecomunicações, empresas de mineração, empresas de papel e empresas industriais em geral”, observou.

 

Finalmente, o executivo comentou que, progressivamente, o mercado está entendendo a importância de reduzir seus custos de impressão com base nos insumos consumidos e não nas páginas impressas, já que o último cenário não é justo quando a impressão ocupa menos de 50% espaço de uma folha.